terça-feira, junho 26, 2007

Saga Potter

"Aproxima-se o tempo de saber escolher aquilo que é certo e aquilo que é fácil."

"A tua incapacidade em compreender que há coisas muito piores que a morte sempre foi a tua grande fraqueza..."

Oh yeah, "A Ordem da Fénix" será brutal.

domingo, junho 24, 2007

A vida não chega...

"Como disse ao Dani...a vida é assim. E teimamos em não perceber porquê. As pessoas vêm, as pessoas vão. Passam e partem e ficam e desaparecem. Umas estão. Sempre. As outras...não." (fragmento do meu diário, hoje) Ás vezes a vida parece mesmo não chegar...as pessoas partem sem se despedirem...sem dizerem tudo o que há por dizer...(mas, agora que falamos nisso, quando é que já não havia nada que pudesse/devesse ser dito??) Resta-me ter em mim a certeza de que o meu forte abraço é sentido como deve ser por quem de direito...

sábado, junho 23, 2007

# ém ai tóquing djiberich?? #

Adoro!! Quando a vida me corre bem! Sinto-o tão poucas vezes... Quando encontramos mesmo aquilo de que precisávamos! Quando descobrimos que gostamos de algo de que tínhamos medo! Quando desenterramos uma amizade há muito escondida! Quando nasce uma nota no bolso de trás! Quando parece chover alegria! Quando tudo vale a pena tentar!! Quando o velho é sempre novo pelo simples facto de estar em constante mutação, de modo a nunca nos podermos fartar... Lala!! PS.: HOJE MARQUEI UM SETE METROS!! =D PS.2: tou de FÉRIAS!!!!

sexta-feira, junho 22, 2007

Dói. Stop!

Tudo o que vos posso dar, hoje...é uma música. Talvez um dia explique. Talvez nunca me dê ao trabalho. Hoje foi um dia difícil. Agradeço ao Rafa, à Drumond, ao Dani, ao João e à Ritinha por o terem tornado suportável...são os maiores. Hum...como dizer sem expor toda a minha vida privada nalgumas linhas? Foi um dia difícil. Stop. Parece que andei quase seis meses à procura de algo que realmente não existe. Stop. Porra pah foi muito tempo. Stop. Sia - Breathe Me: tudo o que tenho por dar. Stop.

domingo, junho 17, 2007

Mails..

Recebi um e-mail da minha mãe, que dizia para ir conhecer o meu "ADN visual"...e fui...partilho-o convosco... Como costuma dizer um amigo..."comenta lá isto"...

sexta-feira, junho 08, 2007

9ºs anos...bahh...

Já chorei, bolas...
E vocês ainda vão voltar mais cinco dias àquela escola. Que faria se não mais voltassem...
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Sim. Vocês os seis. Foram, de certo modo, o meu refúgio. Uns, durante anos; outros, meses. Mas todos, de certa forma. Cada um à sua maneira. Naqueles momentos em que me apetecia fugir da minha turma, fosse por que motivo fosse, fugir de mim, fosse em que ocasião fosse...cada um de vocês soube dar-me a volta...mostrar-me o porque-não-? de um sorriso...
Eram aquela réstia de luz, de esperança, de maturidade que queremos sempre encontrar no meio dos amigos...mas que muitas vezes não vemos, pelas mais variadas razões...
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Hoje foi a primeira fase do final de uma etapa importante na vossa vida: hoje foi o vosso último dia de aulas no 9º ano. Agora, são aulas complementares (acho que é assim que se diz...) e exames. Parabéns, a vocês e a todos os que convosco acabam.
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São pessoas muito importantes para mim, e estou certa que para muitas outras pessoas...obrigada por tudo. Pela paciência, pelo tempo, pelas palavras, pelos sorrisos, pelos flashes (né, Vera?), pelas confidências, pela cumplicidade, pelos olhares que disseram tudo, pelos abraços que não precisavam de mais nada, pelos passeios, pelos risos, pelas lágrimas, pelas mensagens, pelas palhaçadas, pelas conversas, por aturarem as minhas birras e os meus ataques de raiva ou de palhaçada...por tudo. São um espectáculo. E só um espectáculo é pouco. Mas não sei que mais dizer...
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(Acho que vou desatar outra vez...)
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Sempre lá estiveram, quando precisei, e este ano precisei muito...por motivos que quase toda a gente conhece... Sempre deram a mão, sempre tiveram aquele dom da palavra que não aparece um ano mais cedo, sempre emprestaram um cantinho para chorar, ou o manual de Como Sorrir Em 0 Lições... São mais velhos e mais velhos se tornam. Cresceram. Abandonam, dentro de dias, a escola que vos acompanha há cinco anos...acho eu.
Ainda bem!
Como me disse uma vez alguém, sejam então parvos, sujos, tontos, engraçados e simplesmente únicos...porque a vida é demasiado curta para se ser cool... Adoro-vos. São lindos.
Repito-me...Obrigada.
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Obrigada Miguel, Cajó, Verusca, Tatá, Rapaz-dos-olhos-doces e Ritinha...são lindos, bolas!!
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Como diziam os Cabeças no Ar...
"No meio dos amigos, aprende-se muito mais;
Do que em todos os manuais, histórias de fazer corar;
Coisas da vida reais, que nos querem ocultar
(...) No meio das amigas, aprende-se ainda mais
Vai- se mais longe que os sonhos e que a imaginação
As ciências naturais, cabem na palma da mão..."
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E ai de vocês se nunca mais cá aparecem!!! =P
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Ao João Luís, ao Henrique Barradas, à Vera Freire, à Mariana Machado, ao Joaquim Freitas e à Ana Rita Carmona, que tanto merecem este post...

quinta-feira, junho 07, 2007

acabada de aterrar...

Sabem daqueles dias em que chegam a casa e só vos apetece que tudo tenha um botãozinho de desligar para poderem descansar por quanto tempo vos apetecer? Landing in London, dos Three Doors Down. Bom apetite.

segunda-feira, maio 28, 2007

Faltas...

Amanhã vou para a escola. Assim como fiz todas as segundas-feiras passadas. Só que...amanhã vai ser diferente. Amanhã vai lá faltar alguém. Mas como já estava programado, não vai faltar ninguém, porque todos aqueles que se esperava lá estarem lá estarão. Ninguém adoeceu hoje à noite. Ninguém vai estar com febre amarela amanhã às 8.20h. Mas tu...tu estarás em Paris. Num centro de estágio. E tu...tu estarás em Odivelas. Num quarto fechado. Espectacular como duas das pessoas mais importantes da minha vida podem estar tão longe, fazerem tanto barulho cá dentro por cá não estarem e eu nem sequer poder dizer que eles faltam...porque toda a gente saberá que estão ambos enfiados no emaranhado de lençóis que se deram ao trabalho (ao descanso?) de emaranhar durante esta noite que começou há umas horas... Não faltam. Em lado nenhum. Exceptuando, obviamente, nos estúpidos livros de ponto das duas turmas a que pertencem vossas excelências. E mesmo assim não faltam. Estão lá as vossas caras, comprovando que ali permanecem. E para sublinhar que lá estão, os vossos professores escreverão os vossos números a tinta, nuns quadradinhos imaculados 2x2cm. Não posso nunca dizer que sinto a vossa falta. É absurdo. Primeiro, porque já sabia que cá não íam estar, por isso a vosa ausência já era esperada, logo, cumprir-se-ão as presenças que pensámos que íam existir, de modo que VOCÊS NÃO FALTAM. Assim, não se pode sentir a falta de algo que não está a faltar. Depois, se "sentimos a falta", é porque algo - aquilo que falta - existe. Então não falta. Exerce funções vitais - ou não - noutro lugar. Mas como são delimitados os lugares? Por paredes? Nas paredes há coisas a viver. Uma coisa que viva de um lado da parede está num lugar diferente de outra que esteja a 2 mm, dentro da parede, ou a 4 cm, do outro lado da parede? E as florestas que vão secando e descendo até aos desertos? São lugares diferentes? Mas não há paredes! Nem muros! Nem limites! Então não há lugares, mas sim lugar. Estamos todos no mesmo lugar. Então ninguém falta. E não se pode sentir a falta de algo que não falta. Por último, sentir a falta é, por si só, estúpido. Se algo, por muito teimoso que seja, falta...então não se sente. A falta é um vazio, um buraco por preencher. E o vazio não se sente. Assim como não se sente aquilo que não há no buraco. Não se pode sentir a falta de nada. Pode pensar-se na ausência física de algo no raio de 2cm. Nunca numa falta. E não se pode sentir a falta de algo que pura e simplesmente não pode faltar. Amanhã vou acordar sem querer acordar, interrompendo um sonho qualquer, rasgando o quentinho do MEU emaranhao de lençóis....como sempre. Como qualquer segunda-feira. E onde estarão vocês? Eu sei. Vocês não. Eu digo: no meio de mim.

domingo, maio 27, 2007

Ainda tenho em mim a esperança...

...de um dia perceber isto. . Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer. . É um não querer mais que bem querer; é um andar solitário entre a gente; é nunca contentar-se de contente; é um cuidar que ganha em se perder. . É querer estar preso por vontade; é servir a quem vence, o vencedor; é ter com quem nos mata, lealdade. . Mas como causar pode seu favor nos corações humanos amizade, se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões

sexta-feira, maio 25, 2007

Andei à procura...

...de um counter novo. Chateei-me com o sitemeter....e ando à procura de um novo contador de visitas. Alguém tem alguma sugestão? E alguém se atreve a propôr um número onde começar a contar? No dia 28 de Fevereiro cheguei às 1000 visitas...e mesmo assim era um número aldrabado, porque comecei a contar as visitas uns bons meses depois de criar o blog...de modo que não faço ideia de quantas visitas devo ter por agora....alguém arrisca um número?

sábado, maio 19, 2007

...à janela...

Tenho o prédio "engarrafado"! Rodearam-no de andaimes e rotularam-no com uma rede verde-garrafa... O prédio vai ser pintado e isolado de novo, e vamos continuar nisto nos próximos meses... Aquelas vistas espectaculares, aquelas paisagens maravilhosas que destas janelas se viam...agora são a pontilhado, com uma forte componente de verde escuro lá para o meio...que tal? Mas não era por isso que eu vinha...é que hoje foi diferente! Às vezes, acordava com os homenzitos à janela, a falar para um homem do outro lado do mundo, com uma riqueza lexical altamente classificada e uma táctica de oralidade em que cada frase deveria ter pelo menos dois palavrões. Vá, gíria insultuosa. E essa parte de acordar com a voz deles era particularmente interessante quando dormia em roupa interior e me esquecia e fechar os estores...cheguei a atrasar-me para a escola à custa disso!! É que tinha de esperar que os bons dos senhores saíssem de ao pé da minha janela para me poder arrastar, em trajes menores, para a persiana...e assim começas o meu dia. Bem, rotinas! Mas também não era por isto que eu vinha. Era, sim, por hoje me ter posto à janela, antes de almoço, a ouvir um dos homenzitos cantar. Ele estava no 5º andar (dois abaixo do meu) a isolar uma esquina de um estendal e cantava como ninguém o ouvisse. Eu não o via, ele não me via. Falava e cantava sozinho, muito ou pouco concentrado na sua tarefa. Até que me viu. "- Olá. - Olá... - Estás aí há muito tempo? - Ya. - Tens estado a ver a minha figura de parvo, hein? - Pois... - E não vais gozar comigo? - Para quê? - ..." E continuámos a conversar. Fui levar o cão à rua, e quando voltei lá continuámos. Fiz o almoço, almocei e, a certa altura, ele já não trabalhava. Sempre a conversar... Eu cá dentro e ele lá fora. Tive pena do homem. Mesmo. Sem nunca lho dizer, obviamente. Sem ambições, sem o oitavo ano completo, com a infância perdida algures entre a morte do pai e a vida nas drogas no bairro alto. Sagitário, média estatura, um nome que adoro. Olhos sofridos e capacidade de discurso francamente degradada. Algo machista. Mãos de pintor. Disse-me 21 vezes, no tempo em que conversámos, para não abandonar os estudos, para me portar bem, para não abusar nas bebidas, para não resmungar com os meus pais, e que as drogas eram um caminho que não valia a pena. A certa altura, disse-lhe que tinha de ir arrumar o quarto. E ele disse que o Encarregado também não pagava extraordinárias. E pronto. Sábado pobre.

quinta-feira, maio 10, 2007

far away

Sempre foi assim...e não sei porquê. Estás longe. Aí queres ficar. Dizem que não, que pensas e sentes de outra forma. Não é o que mostras. Não entendo porquê. Não é que sempre me tenhas mostrado o que verdadeiramente sentias....hoje questiono-me se isso alguma vez aconteceu...mas não somos nada um ao outro. Porque não dizes tudo na cara? Porquê esse medo gigantesco de te mostrares transparente? Porquê essa vontade habitual de provocação desaustinada? Porque me mentes? Porque te escondes? Porque foges de ti e daquilo que realmente sentes? Não explicas...nunca explicaste. Não entendo. Desculpa. Não tenho teorias que cheguem para isso.

terça-feira, maio 08, 2007

À sombra de nós mesmos.

Não sei o que aconteceu...não sei. Posso contar-te segundo a segundo, talvez até consiga chegar ao fim sem a voz tremer, se me esforçar para isso. Mas agora...não sei. Como também não perguntas, não tenho de me dizer a mim que sei. Obrigada. . Esvaziei-me. Dormi durante horas. É isso que costumo fazer quando chego a casa com a cabeça daquele tamanho...dormir. (A minha cabeça estava do tamanho do tempo da discussão e do volume dos berros...estava maior que a dor que sentimos um mais o outro, ao discutirmos.) Dormir. Porque preciso que o meu organismo recupere tudo aquilo que perdeu em cada berro, em cada lágrima, em cada resposta pronta. Então durmo. É o melhor vitamínico, é o melhor energético, é o melhor relaxante, é o melhor alimento. Para além de ser o melhor aspirador de...tudo. Esvaziei-me. . Não percebi muita coisa, que hoje até chegaste a explicar... Não percebo como podemos fugir de nós próprios e daquilo que sentimos....mas dizer agora tudo aquilo que não percebi seria assumir que sei muito bem o que se passou e o que sinto. Seria...contradizer-me. Um dia, acusaste-me disso. E rimos os dois. Era um daqueles dias em que contei contigo para tudo....tudo mesmo. Era um daqueles dias em que foste para a cama a pensar que tinhas medo do que sentias...mas que era bom esse sentimento!...e que ele te levava e deixava num mundo onde não há problemas... Porque é que as pessoas têm tanto medo de deixar os problemas de lado?? Porque teimam tanto em levar os problemas para onde quer que vão?? Vamos de férias?? Bora levar as discussões!! Vamos apaixonar-nos?? Bora ficar a pensar o dia todo nas coisas más que (como somos videntes, sabemos) vão existir!! Porquê?? . ** . Dormir. Enfiar-me debaixo dos lençóis depois de desligar o motor do aquário e puxar as persianas na sua totalidade...para que não se note tanto a diferença entre a luz natural e a escuridão abissal que vai cá dentro. Para que só me possa ouvir a mim, se proferir algum som. Para cair em mim mesma e ter o meu espaço onde não chegam claustrofobias. Entrego-me a mim e ao meu corpo. Não aos meus pensamentos que, hoje, não me levam a nada. . Sonhar...com o dia em que vais ser sincero. Em que a confiança entre as pessoas é além do que elas pensam conseguir. Em que somos mais do que aquilo que alcançamos. Em que superamos todas as barreiras que um dia impusemos a nós próprios. . Mas a realidade não é assim. Parece que gostamos de nos esconder atrás daquilo que tememos, parece que não temos orgulho que sermos quem somos, como somos, pelo que somos. Parece que não gostamos daquilo que construímos. Vivemos...na penumbra, com medo de nós, e de sentir e de arriscar e de dar o passo...e de dar o braço. Vivemos à sombra de nós próprios. . "Acorda, Ana, anda jantar, vá. Depois o pai ajuda-te na matemática. Olha-me só para este quarto...não te deitas enquanto isto estiver assim, ouviste?"

quarta-feira, maio 02, 2007

hoje fazes sentido.

sempre fizeste, provavelmente...mas hoje provaste que o fazes. hoje mostraste-me quem és. hoje abriste o jogo. hoje descobri-te! hoje menti-te! hoje rasgaste-me um sorriso que provavelmente nunca conhecerás.... hoje adoro-te! por seres quem és! conta comigo....contas? (porque tenho a estranha sensação que nunca verás este post, anselmo?)

terça-feira, maio 01, 2007

faz tempo

faz tempo que aqui não vinha....tenho tido muito que fazer. quero reconstruir o meu quarto. aquele já não me diz nada. não é meu. está sujo desde o rodapé ao tecto, e tenho móveis que guardam pó em cima de pó. prateleiras que aguentam os dias poeirentos em que fui um eu que já não sou. hoje limpei janelas, esfreguei paredes, lavei chão. não sobrevive uma única montanha de roupa, daquelas que já eram património cultural naquele quarto. venho ao computador, crio um novo eu no hi5, desiludo-me com muito do que vejo... queria lembrar-me como se voa... queria voltar a saber que aí estás... queria ter a certeza de que quando acabar de chorar, vais saber o que dizer...e vais dizê-lo... faz tempo. e o tempo não volta atrás.

sábado, abril 14, 2007

arco-íris

Não sei o que se passa. Num segundo, num olhar, numa saudade, num aperto, quero-me aqui nos teus braços. Não te quero a ti, mas a mim contigo. Gostei de quem fui enquanto estive contigo. Gostei...de me sentir confortável e protegida e quentinha...contigo. Adoro o tempo que passámos juntos. Podia dar aqui esquilhões de pormenores. Mas são nossos. E incontáveis. E, talvez, passado. Noutro momento, muito diferente do primeiro, odeio-te profundamente. Acho-te infantil e egoísta. Sinto-me ingénua e estúpida por continuar a dar-te ouvidos. Se calhar. Quem sabe? Sei que gosto de ti. Por seres bonito. Por conseguires ser a pessoa mais meiga deste mundo. Por seres chato e birrento, por (quando te lembras) estares lá se eu precisar. Por me fazeres rir. Gosto de ti. E de passar tempo contigo, sem que ninguém nos chateie, sem nos preocuparmos com a autoestrada. Aprendi que as pessoas são mais bonitas quando choram. Porque são verdadeiras. Sinceras. Reflectem aquilo que sentem e são. Todas as pessoas. Gosto de ti. A sério que gosto. Apesar de seres um ouriço-cacheiro de cada vez que tento pegar-te. Depois de tudo o que passou...guardo poucas certezas. Foram tempos em que rimos e chorámos, foram dias em que tentámos crescer à pressa, foram momentos que hei-de guardar. E sem migo e sem tigo nõ funcemina. Foi tempo bem gasto.
Obrigada!
a gerência.

sexta-feira, março 30, 2007

A Tua Rua, por Ana Campos

É-me fisicamente impossível Estar onde quero, neste momento. Resolvi apagar as luzes E libertar o meu pensamento. Daqui de dentro não devo sair: É tarde. E não te sei mentir. Ainda que não possa, A rua chama, A noite chora, (salpicando o céu) A lua brilha... Sempre e sempre sem ninguém reparar, Parar a olhar Deter o compromisso e o horário A obrigação e o dever O fazer mas não querer... Onde quero estar, não estou e onde podia estar, Estás tu no meu lugar. Deita o puto Ele há-de ser homam. Abandonará essa rua. Seguirá sua vida. Esquecer-se-á da lua. A tua rua é um lugar espectacular. Não é tua; No entanto, vives lá tu. Contigo e por ti Vivem e passam montes de pessoas. Isso a torna tão especial. Todas têm a sua vida, O seu problema por resolver, Os seus sonhos e inutilidades. Só reparam em ti quando lá não estás. Porque pensam Ena, não está ninguém na rua. Podias estar lá, mas não estás. Se lá estivesses, em ti teriam passado o olhar e seguido o seu caminho. No máximo e no mínimo Estaria alguém na rua. Naquela, Também tua. Mas, para repararem em ti, ainda tem de faltar o resto das pessoas. Para lá não estar ninguém, excepto o puto que pensar e observar que à sua volta não existe Ninguém. A tua rua é um espectáculo, Vai dar a um sítio. Há outra saída. Podes escolher: A esquerda ou a direita. Se não quiseres nenhuma, Ainda podes entrar em casa Até teres caminho por onde seguir. Os carros passam, Estende-se o nevoeiro, Acorda o sol, Passa das nove e já tudo saiu. A porta bateu.
E o puto sorriu.
Com a pronta revisão do professor António Silva,
poema dedicado ao Daniel Correia,
que faz hoje 13 anitos...
Apanhaste-me!
...Parabéns, amigo. Que me apanhes muitas vezes mais!
Adoro-te! Mas acho que iso já tinhas percebido...

quarta-feira, março 28, 2007

A tua ausência educa-me

Porque há dias em que tudo faz sentido... Porque há dias em que tudo parece funcionar (mesmo que não propriamente da maneira mais correcta, por vezes)... Porque há momentos em que olho nos teus olhos e não estou sozinha lá dentro...mas estamos os dois! Porque me sinto cheia, me sinto preenchida, só de voltar para casa a correr com um sorriso parvo na cara e saber que amanhã te vou voltar a ver... Porque hoje, os meus passos são os teus passos, as tuas frases são os meus pensamentos e as nossas coisas estão connosco para sempre... Porque sim, porque quero voltar a ver-te desde o momento que em partiste, mesmo sabendo que tinhas de ir para eu só voltar a sentir a tua falta... Porque um dia fomos dois putos. Porque ontem fizemos a asneira da qual nunca nos arrependemos, mas aprendemos ambos com ela, e hoje somos aqueles de que tanto gostamos por fazerem o nós que conhecemos... Porque estar contigo já não é estar comigo, muito menos estar só contigo, mas sim estar connosco... Porque tudo à minha volta me parece frágil e acessível quanto tu próprio ao meu colo... Porque sinto que desta vez e diferente, porque sei que crescemos muito, porque sei que o quanto gostamos um do outro nos deixa espaço e tempo suficientes para nos respeitarmos mutuamente. Porque sei que é aqui que quero estar, bem longe de ti, porque agora sei que gostava de te ter aqui e de não sentir a tua falta. Porque se aqui estivesses sempre talvez nunca me apercebesse do quão és necessário. Porque sim, Jaime, porque sim.

domingo, março 25, 2007

Children See, Children Do

Adorei este vídeo...acho que está simplesmente espectacular... A mensagem é muito clara e realista e a campanha está muito bem conseguida. Que pensam vocês?

segunda-feira, março 19, 2007

será...?

"eu so kero um sim" mataste-me. foi bom? sentes-te bem? estás melhor assim? cheguei ao ponto de me deixar ficar onde me deixaste só para ter alguma garantia de que estarias bem....será que viste? será que olhaste? será que alguma vez te preocupaste? Saul...hoje tenho dúvidas.