quarta-feira, dezembro 05, 2007

"Tu amas-me?"

Quem és tu, que ousas atravessar-te assim no meu caminho, sem passar cavaco às tropas???
Por quem te tomas, achando-te no direito de passar-me tamanha rasteira?
O que te faz acreditar que podes ir embora tão depressa quanto tão repentinamente chegaste??
Poderia debruçar-me a noite toda em perguntas...mas só há mesmo uma que quero verdadeiramente ver respondida... Poderia demandar saber de onde viste, porque vieste, porque és assim, porque me pões nesse lugar, porque ocupas este lugar...mas nada disto é crucial, nada disto é urgente, nada disto me alimenta.
Tenho uma única, uma e uma só pergunta para te fazer. Daquelas perguntas que merecem vénias por serem perguntas tão importantes. Daquelas perguntas que alimentam, que dão fogo à vida e vontade de viver. Acredito que sejam as únicas perguntas verdadeiras. As únicas que respeitam a profunda e simples razão da existência das perguntas. Só tenho uma pergunta para ti. Uma pergunta e um sorriso. Encontrá-los-ás sem esforço na tua memória. Se precisares de ajuda...Jo 21, 16-17.
"(...)Who are u? who are u? For how long How strong do I still have to be? How come you mean so much to me?(...)"

terça-feira, novembro 27, 2007

poligónica forma pró-dislate

Penso que podemos falar em dependência.
Ela sofria verdadeiramente enquanto ele não chegava a casa e se deitava a seu lado. Ela precisava de o proteger para estar protegida. E este voltar a casa é claramente figurado. Para ela, estar em casa era estar bem, era entrar no habitat, aquele lugar onde se é feliz e todas as verdadeiras necessidades são satisfeitas. E o "ele não chegar a casa" era ele não dizer nada ao voltar do treino, não tocar à porta ou mandar uma mensagem. Ela precisou, durante muito tempo, que ele entrasse quase totalmente na sua rotina. Assim, era-lhe, a ela, fundamental saber onde ele se encontrava ou saber o porquê de ele não dizer onde estava. Ela dava-lhe liberdade, é certo - ela morreria se tivesse ali um pássaro na gaiola! - mas dava a máxima importância a toda a informação que podia obter.
Ela não descansava se ele não chegava a casa e não se deitasse a seu lado. E esta parte do deitar lado a lado também era importante - mas não tanto. Porque o essencial é que ele voltasse para casa. Se quisesse dormir no chão ou no sofá e os preferisse à pele dela...não faria mal - porque havia sempre o amanhã, em que, por certo, tudo seria resolvido. O facto de ele se deitar a seu lado era o final feliz daquilo que já era, por si só, perfeito.
É que viviam no mesmo mundo. No mesmo mundo de paralelismos, confusões, sentimentos, impulsos. Só viverem ali os dois e partilharem toda aquela informação era, de facto, perfeito. Violento, assustador. Mas perfeito.
Ela precisava de o sabber ali para estar sossegada, precisava de o aconhegar para ter a noite completa. Ela precisava que ele precisasse. Ela necessitava da sinceridade dele como de pão para a boca. E a sinceridade dele toldava a felicidade dela. Porque, segundo parecia, a dependência era comum, ou melhor, era recíproca.
Ele precisava dela.
E isto...isto era perfeito.

terça-feira, novembro 20, 2007

Velhadas

Há coisas que vão ficando melhores com o tempo. Algumas, quanto mais o tempo passa, mais gosto delas!
Uma delas, é a AMIZADE. Vamos amadurecendo juntos, ao longo dos tempos. Sejamos grandes ou pequenos. E continuamos construindo os nossos mundos.
Outra, é a p a c i ê n c i a. Acho-a extremamente importante, no carácter de um humano. E cada vez mais urgente...
Outra, são os bons livros. É que têm aquela magia de nos ensinar coisas novas, quantas vezes mais os lermos...e de se tornarem cada vez mais nossos e mais especiais.
Outra, é o Outono. Cada vez mais raro. Cada vez mais especial.
Outra são os carros. Adoro carros antigos! Mais antigos ou menos antigos: têm é de cheirar a antigo! A gente passa na rua e...e eu fico a olhar!

Aqui fica um dos que me prendeu , em Portimão, a um domigo de manhã...

sexta-feira, novembro 16, 2007

Não te rias! Epah espera...eu consigo. Opaaahh...

Estou a aprender!
Devagarito e sozinha...mas estou!
"Sozinha"...ele de vez em quando ajuda...mas só de vez em quando!
Ele sabe as notas, eu vou decorando os acordes...algures lá para o meio encontra-se algo parecido com uma melodia...=)

sexta-feira, novembro 09, 2007

Os que entendem como eu as linhas com que me escrevo reconhecem o que é meu em tudo quanto lhes devo

Queria trazer-vos uma foto, hoje.

E escolhi esta.
Praia da Lota, Algarve, Verão '07
Porque há coisas que valem a pena. Porque há pessoas que, por muito tempo que passe, ainda nos surpreendem. Porque se não tivermos os olhos abertos...há sempre alguém que no lo faça. Porque hão-de haver sempre boas memórias que ainda têm mais um bilhete para um sorriso.

Sim, há muitos daqueles dias em que chegamos à noite e chamamos nomes feios ao dia, enchemo-lo de carga negativa, e dormimos qualquer coisa...mas também os há recheados, menos ou mais, de coisas boas, entrelaçadas em coisas más... Agradeço hoje aos meus verdadeiros amigos. Aqueles que já foram e ao que restam comigo. E espero aqueles que hão-de vir. Umas certeza lhes dou: serão recebidos com um sorriso. Mais ou menos desageitado, um sorriso. Mais ou menos bonito, um sorriso.

P.S.: Título: Poeta castrado, não!, J. C. Ary dos Santos in Resumo

quinta-feira, novembro 08, 2007

Não gosto disto!

É que não gosto mesmo!!
Digo mais: estou verdadeiramente indignada!!
Mas qé isto??! Perfeitamente inadmissível!
Onde andam as chuvadas? E as poças? E as luvas? E os gorros? E as botas, e a neve, e os cachecóis, e as trovoadas, e as sopas quentes, e os chapéus de chuva, e o nevoeiro, e as camisolas de gola alta, e os espirros????
Onde anda tudo aquilo que nos faz aproximarmo-nos uns dos outros, querermos manter o calor dentro dos casacos, os narizes frios e avermelhados, tudo aquilo que traz a cor intensa do autêntico Outono?

Vejo roupas leves, vejo pessoas que ainda não perceberam a distância a que gritam umas das outras, vejo tudo muito com pés no chão...vejo as folhas nas árvores. Vejo gelados à venda. Não gosto disto. Hoje, as castanhas à saída do metro nao cheiram a castanhas. Era a única coisa de que eu sempre gostei nas castanhas: o cheiro. Assim, o Outono não sabe a Outono. Não apetece. Não chama na voz da chuva que bate à janela. Não faz levantar para mais um dia - mesmo que ainda seja de noite quando acordo. Não faz levitar, nas asas do vento que arrasta, a caminho de seja onde for. Não gosto. Tenho dito.

domingo, novembro 04, 2007

Bon voyage...

Fui mergulhar à Zambujeira do Mar. Passei por Marrocos e espreitei o Grande Cabo. Visitei Londres, explorei Laos. Passei uns bons momentos em Los Angeles e fui trincar a Big Apple... Dar um mergulho à Etiópia e sobrevoar o Chile. Daí, directamente para a China, antes de querer ver São Francisco e vaguear por Cuba... mas ver mesmo. Com olhos de ver.
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A isto eu chamo...Google Earth.

quinta-feira, novembro 01, 2007

Penso-te.

Penso-te. Porque não estás aqui. Porque não te posso tocar ou reconhecer. Porque não me posso agarrar a ti e dizer-te o quanto preciso de ti. Porque decidiste partir. Porque não estás aqui. Sinto-te. Porque foste sem explicar, porque não te despdiste, porque não cheguei a pedir-te desculpa. Porque choro e sei que se aqui estivesses ficarias atarantado sem saber o que dizer. (...) Porque não me deste tempo de me apaixonar por ti? Porque não me deixaste conhece-te? Porque não quiseste ficar? Porquê escolher ir? ...Porque não tiveste juízo? ________________Não serias tu. Acho que percebo. Havias-de querer tranquilizar-me. Sei que estás bem, agora. Imagino-te à mesa com Fermat, em conversa amena. Uma fatia de bolo do vinho do Porto e um café meio cheio à tua frente. Sim, pai, estás bem _____________ agora. Três mil visitas. Dedico-tas a ti.

segunda-feira, outubro 29, 2007

qe foi?

Sentes o vento nas tuas veias. Sentes o ar da noite arrepiando os teus cabelos. De olhos fechados, não reconheces nada...nada a não ser a noite. Sabes que chegaste até aí. Estás no pico do teu mundo. Todo e qualquer passo seguinte será para mundos não conheces. Ou...podes sempre recuar. Mas nem esse conceito existe no teu mundo. Então, até voltar atrás será entrar noutro mundo...desconhecido. Não sabes como aí chegaste. Terei caído de algum lado? - pensas. Não pode ser. Estás no pico. Resta saber...aí não podes ficar. Não podes. É uma convenção. Dás o passo. Só há uma dúvida: puseste o pé em terra...ou em vão?

sábado, outubro 27, 2007

Uhh...

...já ía!

Está frio.

foto do google
Só hoje senti
Que o rumo a seguir Levava pra longe Senti que este chão Já não tinha espaço Pra tudo o que foge Não sei o motivo pra ir Só sei que não posso ficar Não sei o que vem a seguir Mas quero procurar E hoje deixei De tentar erguer Os planos de sempre Aqueles que são Pra outro amanhã Que há-de ser diferente Não quero levar o que dei Talvez nem sequer o que é meu É que hoje parece bastar Um pouco de céu Um pouco de céu Só hoje esperei Já sem desespero Que a noite caísse Nenhuma palavra Foi hoje diferente Do que já se disse E há qualquer coisa a nascer Bem dentro no fundo de mim E há uma força a vencer Qualquer outro fim Não quero levar o que dei Talvez nem sequer o que é meu É que hoje parece bastar Um pouco de céu
Um pouco de céu Mafalda Veiga

quinta-feira, outubro 25, 2007

Zoe

Cheguei para almoçar...e ela já cá não estava.
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Aquelas orelhas cinzentas, aqueles olhos castanhos, as pantufas brancas e a permantente expressão curiosa não vieram dizer "Olá! Como correu hoje?" quando entrei em casa...
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É mau lembrar que a última vez que a vi, ralhava com ela por estar a trepar pelas minhas calças acima, cravando as unhas na minha pele... Eu estava muito irritada, e ela só vinha saber porquê...
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Olho pela janela estas nunvens cor-de-laranja que parecem rastos de tractores de pneus esquisitos.
Gosto de acreditar que ela se pôs a brincar ali...pelas nuvens, perseguindo a cauda preta...e se esqueceu de vir para casa.

sexta-feira, outubro 19, 2007

Explicando um pouco...

Caros leitores...andei à procura de um poema. E não encontrei o que queria. Mas acho que não preciso. Para explicar (sobbretudo a mim própria) porque disse "quero ser como ela" no meu último post, acho que um poema não meu...não perde pela ausência.
É, sim, aquela senhora ali em baixo, a pessoa mais importante da minha vida [já aqui cometi o mesmo erro no ano passado...queria dizer "na minha vida"=))] e há algum tempo me apercebi disso...
Foi aquela que cá me trouxe e foi aquela que nunca me deu asas...mas me ensinou a fazê-las!!!
Foi aquela que me mostrou sempre as suas extensas culturas de amizade extrema e os seus vastos campos de confiança inexplorada...
Foi aquela que me deixou a fazer birra até eu perceber a minha estupidez...
É aquela que se orgulha de ser diferente e me mostra todos os dias que nunca faço nada de novo...
É aquela que me ama, por muito que chegue atrasada, por mais que responda torto, por maior que seja a minha tromba dia após dia...e que me mostra um sorriso que grita "TÁS A SER PARVA!!"..
É aquela que aprendi a conhecer...a fazer sorrir - mesmo que só por dentro!!, a levantar e andar, a compreender e dar espaço...tempo para dar o passo...
É aquela que tem o olhar mais lindo deste mundo...
[Lembras-te? Ela disse "Vocês só têm uma diferença: os olhos dela são mais bonitos que os teus!"]

É aquela que eu quero ser!

Porque ama, porque acredita, porque vive, porque nasce a cada segundo, porque morre a rir, porque não tem medo, porque luta, porque persegue, porque simplifica, porque sente, porque corre, porque crê, porque ensina, porque consegue, porque explica, porque oferece, porque espera, porque fala, porque reprova sem dizer, porque ouve, porque lê, porque está lá, porque entende, porque conhece, porque opina, porque ri, porque pensa, porque também precisa e também chora...

Somos cúmplices no jogo arriscado me amar...

Somos duas na estrada das letras dentro de filmes de textos com coisas vermelhas, cilíndricas, no meio da rua, com um orifício onde se põem envelopes, por onde comunicamos com gestos...

Dedico-te, hoje, Cabeças no Ar...

"(...)No meio das amigas

Aprende-se ainda mais

As ciências naturais

Cabem na palma da mão(...)"

Também quero ser (perdão. existir.) como tu...porque estás mais perto dEle que eu...e Amas como eu quero Amar um dia.

quinta-feira, outubro 18, 2007

quinta-feira, outubro 11, 2007

A Palavra

"Comunicação, característica primordial do Homem, o que somos nós sem as relações interpessoais? Pessoas amarguradas, sós, ocas, é impossivel imaginar a vida sem comunicação. Expressamo-nos de várias formas, seja a pintar, a escrever, a falar, a cantar, e um dos nossos bens mais precisoso é sem dúvida a Palavra. Foram as palavras dos apóstolos que levaram a vida de Jesus a todo o mundo, foi o grito de Ipiranga que deu a independência ao Brasil, as palavras d' Os Lusiadas demonstraram a todo o mundo que os portugueses não eram apenas gordos preguiçosos de bigode mas sim um povo que quando acreditava podia revolucionar o mundo, "Eu tive um sonho..." palavras do discurso de Martin Luther King Junior mudaram para sempre as teorias raciais, a voz de Zeca Afonso ajudou os portugueses a gritarem liberdade..."
Por palavras te digo que te adoro, que gosto muito de ti, que me preocupo contigo, que estou aqui para o que precisares, que, como um dia disseste, que os amigos estão aqui é para os podermos chatear, que são aqueles que, mesmo sabendo tudo sobre nós, nos querem por perto...
Tantas vezes queria poder virar-me para ti e dizer-te Adoro-te!, ou outras tantas poder simplesmente abraçar-te como se abraça um amigo daqueles amigos...
Mas sou fraca. Mas tenho medo. E...és tu.
Por isso, apenas deste modo podes ficar certo (sim, porque sei que cá virás esbarrar com este texto) de que me lembro de ti vezes que te poderiam chocar...e que ocupas um lugar à chuva....aqui...no meio de mim.

[Parecias tão pequenino, um dia desses que passam e fazem a gente dar conta... Tão pequeno, amargurado por um Mundo imenso de complicações e problemas que só vêm chatear a nossa vida... Queria falar-te...queria ser aquilo de que precisavas e te vinha a calhar... Mas não consegui. Sinto-me verdadeiramente inútil.]

"Quero dizer uma palavra, mas não consigo. Quero dizer uma palavra, mas não dá. Quero dizer uma palavra, mas sou fraco."

terça-feira, outubro 09, 2007

Bjork - It's Oh So Quiet

Aqui está. Gosto deveras desta música. E, de certa maneira, desenha-me...hoje. =D

10.

Outubro. Ora aí está um mês simpático. Era melhor se andasse por aí mais chuva...menos calor...mas o mês, por si só, é simpático. Muita gente a fazer anos! Muita coisa a acontecer! Gosto de Outubro. É sempre o mês em que acordo para a Bjork. Acho que...a Bjork é uma artista. Mas artista mesmo artista. Com um estilo muito próprio, muito autêntico, muito sem-medo...gosto. A Bjork não se compreende da noite para o dia. Eu às vezes levo muito tempo a...pronto. Tenho de acordar...e adormecer para a Bjork. Para poder gostar dela como deve ser. Não ao Agosto! O Agosto é feio. Vou espirrar contra o Agosto. Ficam com uma das minhas músicas preferidas. Em Outubro, claro, Bjork. Vou à procura.

segunda-feira, outubro 08, 2007

Cenas em geral

Hoje lembrei-me que não pus aqui o habitual - e parvo - texto a dizer "temos de acordar os Green Day porque Setembro já acabou" [porque os Green Day, contemporânea banda de Rock, têm uma música chamada "Wake me up when September ends", parte do album American Idiot].
Hoje lembrei-me que se calhar já não vou a tempo de comprar um bilhete para os Da Weasel no Pavilhão Atlântico, nem tão pouco a tempo de convencer a minha mãe a deixar-me ir.
Hoje lembrei-me que tenho dois trabalhos de grupo em atraso, que por acaso são para a professora de História...
Hoje lembrei-me de muita coisa, agora que penso nisso.
Não é vulgar lembrar-me das coisas.
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Mas hoje apercebi-me de que tinha voltado a conseguir pintar.
Depois de um ano de...crepúsculo cerebral total e absoluto...consegui pintar, com lógica, cabeça e tinta-da-china preta um dos meus melhores trabalhos.
E não foi só pintar. Hoje voltei a dançar como havia muito não dançava. São duas coisas que costumavam libertar-me muito...e que hoje voltaram a libertar.
É, realmente, uma vitória.
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Cenas em geral, uma dedicatória aos verdadeiros amigos.

sábado, outubro 06, 2007

[Untitled]

"É tão estranho, os bons morrem jovens Assim parece ser quando me lembro de você Que acabou indo embora cedo demais... Eu continuo aqui com meu trabalho e meus amigos E me lembro de você em dias assim Um dia de chuva, um dia de sol(...) (...)E o que sinto eu não sei dizer - Vai com os anjos, vai em paz(...) (...)Não é sempre, mas eu sei Que você está bem agora."

terça-feira, outubro 02, 2007