Um blog acerca da concordância entre o pensamento e o objecto do pensamento. Por meio de tentativas, erros e silogismos parvos, usando de alguma dialéctica, muita metafísica e muito pouco distanciamento crítico. O eu não existe. Mas os pijamas sim.
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Pensamentos.
segunda-feira, janeiro 21, 2008
Pretérito Imperfeito
terça-feira, janeiro 15, 2008
Tu gostas de mim?
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Quero estar lá fora.
terça-feira, janeiro 08, 2008
Da felicidade ao sofrimento é somente um passo
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Eis-me
Como raio vou saber se eu sou eu??...
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Um gesto.
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Pós-Natal '07
- A confiança do Miguel;
- A notícia do Daniel;
- A lágrima da Margarida;
- O choro da Ana;
- O abraço do Válter;
- A conversa com o Pedro;
- A amizade da Marta;
- As palavras da outra Ana;
- A presença da Alice.
domingo, dezembro 16, 2007
Arô...
sábado, dezembro 15, 2007
Meu...: X)
domingo, dezembro 09, 2007
Acabou.
quarta-feira, dezembro 05, 2007
"Tu amas-me?"
terça-feira, novembro 27, 2007
poligónica forma pró-dislate
terça-feira, novembro 20, 2007
Velhadas
Aqui fica um dos que me prendeu , em Portimão, a um domigo de manhã...
sexta-feira, novembro 16, 2007
Não te rias! Epah espera...eu consigo. Opaaahh...
sexta-feira, novembro 09, 2007
Os que entendem como eu as linhas com que me escrevo reconhecem o que é meu em tudo quanto lhes devo
Queria trazer-vos uma foto, hoje.
Sim, há muitos daqueles dias em que chegamos à noite e chamamos nomes feios ao dia, enchemo-lo de carga negativa, e dormimos qualquer coisa...mas também os há recheados, menos ou mais, de coisas boas, entrelaçadas em coisas más... Agradeço hoje aos meus verdadeiros amigos. Aqueles que já foram e ao que restam comigo. E espero aqueles que hão-de vir. Umas certeza lhes dou: serão recebidos com um sorriso. Mais ou menos desageitado, um sorriso. Mais ou menos bonito, um sorriso.
P.S.: Título: Poeta castrado, não!, J. C. Ary dos Santos in Resumo
quinta-feira, novembro 08, 2007
Não gosto disto!
Vejo roupas leves, vejo pessoas que ainda não perceberam a distância a que gritam umas das outras, vejo tudo muito com pés no chão...vejo as folhas nas árvores. Vejo gelados à venda. Não gosto disto. Hoje, as castanhas à saída do metro nao cheiram a castanhas. Era a única coisa de que eu sempre gostei nas castanhas: o cheiro. Assim, o Outono não sabe a Outono. Não apetece. Não chama na voz da chuva que bate à janela. Não faz levantar para mais um dia - mesmo que ainda seja de noite quando acordo. Não faz levitar, nas asas do vento que arrasta, a caminho de seja onde for. Não gosto. Tenho dito.
