Um blog acerca da concordância entre o pensamento e o objecto do pensamento. Por meio de tentativas, erros e silogismos parvos, usando de alguma dialéctica, muita metafísica e muito pouco distanciamento crítico. O eu não existe. Mas os pijamas sim.
quarta-feira, outubro 09, 2013
Chá.
quarta-feira, outubro 02, 2013
(in-bras)
sexta-feira, setembro 06, 2013
5 years time
Hoje não esperas mais. E, depois de cinco anos, eu não olho mais.
quinta-feira, agosto 29, 2013
Incomunicável.
Um grande dia cheio de lugares vazios, como se Deus organizasse uma grande festa para ninguém, como se o país se construísse para as pessoas que nunca imigravam e para os bebés que nunca nasciam.
Não se esgotaram porque ninguém as esgotou, elas nunca existiram para poderem ser esgotadas aos poucos até se esgotarem.
Cheio de nada. De ausência. De morte.
Não acabaram porque não havia, não estava lá nenhuma que pudesse ser utilizada.
domingo, agosto 11, 2013
Verde, verde, verde.
domingo, maio 12, 2013
Estágio de observação
É ser pequenina e grande ao mesmo tempo, fazer perguntas e responder-lhes. É teste e ensaio, é bom e dói. Asneira, reconhecimento, prova, tentativa, sucesso. Absorver. Absorver, absorver, absorver! Pensar. PENSAR.
Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e do que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
Partimos. Vamos. Somos.
quarta-feira, março 27, 2013
Cada macaco no seu galho.
- Sim, é verdade, claro. Por isso é que há jardins.
- Jardins?
- Sim. Sítios encantados onde as pessoas vivem sem saberem o que há.
Sentir que Ele nos conhece, ama e dá pessoas que são tanto para nós.
Aí é o lugar onde as coisas nascem, despontam, rebentam, são festa em nós, mesmo nos momentos mais difíceis. Aí é onde as trovoadas são música, a chuva é a dança e chorar é partilhar.
Mas se é o jardim que destrói o sol, prefiro deixá-lo morrer à sede.
sexta-feira, março 22, 2013
Não passa.
segunda-feira, março 11, 2013
TF
segunda-feira, janeiro 28, 2013
Ouve, filha, vê e presta atenção.
Da tua beleza se enamora o Rei,
Ele é o teu Senhor, presta-lhe homenagem."
Certa, convicta, bela. Preparada.
Hoje Maria Natália é entrega, é abandono, é serviço. Hoje toda ela é alegria e serenidade.
Uma certeza transborda nesta pessoa, hoje mais que antes. Uma paz profunda, de quem chegou finalmente ao dia de firmar o sentido da sua vida. Os seus olhos brilham quando nos olha, e há no seu rosto a maturidade de quem conhece o que quer.
"(...) Brilhe nela, Senhor, o esplendor do Baptismo e a inocência de vida. (...)"
Apaixona, Maria Natália. E isto que provoca em nós, é já resultado de se deixar morrer para ser reflexo do seu Tudo?...
"E depois? O paraíso!"
quinta-feira, dezembro 13, 2012
C'est beaucoup moins dansant!
quinta-feira, outubro 25, 2012
Mas não é isto.
terça-feira, outubro 16, 2012
Carapuços
Será que elas amam? Será que sabem melhor que eu, mesmo sem saber? Ou não têm ainda essa faculdade?...
Eles ficaram satisfeitos com o prato, mas eu acho que é porque não estavam comigo na cozinha e não viram a chacina.
Hoje um crianço, meio enfiado, depois de eu ter perguntado se gostavam dos irmãos deles, respondeu baixo e quase indignado Eu não gosto, eu amo. E aquilo deu-nos pano para mangas e carapuços.
De onde me é dado que eu tenha meia dúzia de crianças para cuidar, para...amar!, e possa falhar redondamente?
domingo, julho 29, 2012
Distas.
terça-feira, julho 17, 2012
Fac
sexta-feira, junho 29, 2012
Pai, senta-te aqui ao pé de mim.
domingo, maio 13, 2012
Última Lúcia
Acerca dos espectáculos e para ver algumas fotos...clicar aqui.
terça-feira, março 06, 2012
As chaves da mesma casa.
domingo, janeiro 15, 2012
Click.
quinta-feira, novembro 17, 2011
Cascas
Preocupa-me agora saber se o deserto que há é nova definição ou aquilo que é, necessariamente, quando a definição atinge um patamar aceitável. Porque isso sim, seria muito preocupante.
Há coisas que nascem daqui, sim, mas não são profundas. De alguma maneira, não sabem a verdadeiro.
Já não é de dormir que eu preciso. Ou de tempo, ou de escuro. Agora há só este muito seco, que com sono não passa, com tempo só seca e com escuro se eterniza.
Sei que preciso de morrer para todas estas cascas, mas não sei como.
